Volume 7 Edição nº 19 - Julho/2016 | ISSN 2178-1486
Apresentação

Núcleo de Pesquisa e Estudos Sociolinguísticos, Dialetológicos e Discursivos - UEMS

(NUPESDD-UEMS)


LALIMU 

Laboratório Sociolinguístico de Línguas Não-Indo-europeias e Multilinguismo

 

Em mais uma edição, a Revista Sociodialeto, volume 7, edição nº 19, julho 2016, vem nos presentear com diversos estudos atuais e inéditos da área de Letras, Linguística e Teorias do discurso. Os trabalhos são uma demonstração da dedicação de muitos pesquisadores de vários grupos de estudos em diversas instituições de ensino deste país. Os resumos a seguir possibilitam ver um pouco das pesquisas.

A PROSÓDIA MARANHENSE DE ENUNCIADOS INTERROGATIVOS DO TIPO QUESTÃO TOTAL, de Gizelly Fernandes Maia dos Reis Soares (UFRJ) objetiva descrever a variação regional da entoação em enunciados interrogativos do tipo questão total nos falares de sete municípios do Estado do Maranhão. A fim de conhecer as realizações melódicas das questões totais, fez-se uma descrição melódica de 140 interrogativas do tipo questão total, selecionados do corpus do projeto Atlas Linguístico do Brasil (projeto ALiB). Foram ouvidos quatro informantes por município, distribuídos equitativamente por duas faixas etárias - 18 a 30 anos e 50 a 65 anos. Optou-se por investigar as marcas regionais apresentadas por meio da variação da frequência fundamental, especialmente nos acentos pré-nuclear e nuclear. Para tanto, observou-se o comportamento da frequência fundamental no domínio do sintagma entoacional (I), nas sílabas indiscutivelmente relevantes no enunciado. Para a descrição entoacional dos diferentes municípios maranhenses, utilizamos os preceitos teóricos presentes no modelo autossegmental métrico, para a interpretação fonológica. Para análise acústica, empregou-se o programa computacional PRAAT, onde segmentou-se e transcreveu-se todas as sílabas dos enunciados coletados. Os comportamentos melódicos encontrados para os municípios do interior em nossa pesquisa dialogam com os comportamentos melódicos ocorrentes na capital, postulados por Cunha, Silva e Silvestre (2014) e concorrem para uma ampliação na descrição dos estudos prosódicos.

O artigo ALGUMAS ABORDAGENS TEÓRICAS PARA A LEITURA DO DISCURSO POLÊMICO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS EM JUNHO DE 2013, PORTO ALEGRE-RS, BRASIL, de Simone Dorneles Severo (UNIRITTER) e Cristiano da Silveira Pereira (UFRGS), apresenta uma análise parcial da linguagem empregada na rede social Facebook pelos membros dos movimentos sociais ocorridos em junho de 2013 em Porto Alegre-RS, Brasil. Pelas teorias de leitura e letramento, observou-se a ocorrência de um processo sociocognitivo de estranhamento e ruptura para a sua compreensão, com a necessidade do maior emprego da estratégia ascendente (bottom up) pelo leitor. Através da teoria Sociolinguística Variacionista de William Labov (2008, edição original em 1972) constata-se que se tratou de uma comunidade linguística, dado ao seu léxico e outras variações nos níveis morfológicos e sintáticos. Pela Análise do Discurso, conclui-se que se caracterizou um Discurso Polêmico preponderantemente ao Discurso Violento. 

O terceiro artigo,  AS ORAÇÕES RELATIVAS COMO VARIÁVEIS CONSTITUTIVAS DA IDENTIDADE NACIONAL EM GRAMÁTICAS MODERNAS DA LÍNGUA PORTUGUESA, de Marília Vieira (UEG/Quirinópolis), analisa o conceito de identidade nacional em duas gramáticas de Língua Portuguesa do século XX, Nova Gramática do Português Contemporâneo, de Celso Cunha e Lindley Cintra (2001) e Moderna Gramática Portuguesa (1967), de Evanildo Bechara, a partir da teoria de gramatização, de Auroux (1992). Para melhor ilustrar a noção de identidade, discute-se a abordagem de um fenômeno de variação típico do português culto falado -, as orações relativas (padrão, cortadora e copiadora) nas duas gramáticas. Ao verificar o tratamento dado a essas estruturas por Cunha & Cintra e Bechara, discutem-se as propostas que fazem os autores nos seus respectivos prefácios.

Em ATIVIDADES E ESTRATÉGIAS DE LEITURA APLICADAS POR PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA NO ENSINO MÉDIO: UM RECORTE IPSIS LITTERIS, Jacqueline Wanderley Marques Dantas (UFPI) e Maria Angélica Freire de Carvalho (UFPI) apresentam um recorte da pesquisa realizada por ocasião da dissertação de mestrado intitulada “Um estudo crítico sobre estratégias e atividades de leitura no ensino Médio: um perfil em algumas escolas estaduais de Picos-PI”. Neste trabalho serão apresentadas transcrições ipis litteris desta pesquisa com o objetivo de verificar se as estratégias de leitura aplicadas em sala de aula promovem a competência leitora crítica dos alunos do Ensino Médio. Trata-se de uma pesquisa qualitativa interpretativista ancorada na perspectiva de Erickson (1985). Do ponto de vista teórico-conceitual buscaram apoio em Bartlett (1932), Goodman (1967, 1984), Gough (1972), Rumelhart (1980), Leffa (1996), Kleiman (2000, 2008), Braggio (1992), autores que investigam os modelos de leitura e o processo de compreensão leitora. Esta pesquisa também considera as contribuições de Solé (1998), Van Dijk (2002) dentre outros, que desenvolvem a temática das estratégias de leitura e sua importância para o processo de compreensão. A análise dos dados se constituiu de modo descritivo e interpretativo dos questionários; do estudo das aulas observadas tomando por base as categorias ancoradas na Taxonomia de Barrett para as estratégias de leitura elencadas: compreensão literal, compreensão inferencial, reorganização e leitura crítica. O referido estudo apontou também que a leitura crítica ainda é pouco explorada e que nas salas de aula se privilegiam conteúdos gramaticais, ficando essa função social da leitura em segundo plano. 

BOLITA, BOLA DE GUDE OU BIROLA? UM ESTUDO SOBRE A ÁREA DIALETAL DO CAMPO SEMÂNTICO “BRINCADEIRAS INFANTIS” NO ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL de Michele Campos Furlan (PG/UFMS) e Taynã Araújo Naves (UFMS) visa a analisar a carta semântico-lexical bolita, extraída do projeto ALMS (Atlas Linguístico do Mato Grosso do Sul), a fim de se delimitar áreas dialetais. Para tanto, foi escolhida uma das cartas pertencentes ao campo semântico “brincadeiras infantis”, a qual será analisada por meio de uma correlação entre a diatopia, o léxico regional e fatores extralinguísticos, como a sócio-história local, a fim de se verificar a distribuição espacial do vocabulário registrado por meio de isoglossas. A opção pelas brincadeiras infantis foi pautada na importância que estas possuem na formação cultural e social das pessoas, o que estaria sendo representado pelo léxico, os quais revelam não somente questões linguísticas, mas também, questões culturais. A metodologia ancora-se nos pressupostos teóricos da dialetologia e da geolingüística. A rigor, os estudos sobre o léxico regional, com base em dados orais documentados in loco, fornecidos por falantes que vivem em uma determinada área, revela a forma como essa comunidade se relaciona com a cultura em que se insere, por meio das escolhas lexicais realizadas pelos falantes para nomear elementos que os circundam. 

Em BREVE PANORAMA SOBRE A FUNDAÇÃO E OS AVANÇOS DA CIÊNCIA DA LINGUAGEM, os autores Silvio Nunes da Silva Júnior (UNEAL), Maria Yvone Lima da Silva (UNEAL) e Almir Almeida de Oliveira (UNEAL) apresentam uma discussão que visa refletir sobre as novas abordagens dos estudos linguísticos através de teorias contemporâneas direcionadas a essa ciência. Através dos princípios filosóficos que iniciaram os estudos da linguagem, diversos teóricos utilizaram essas discussões para elaborar novas teorias, no entanto, quando Ferdinand Saussure ministrou o Curso de Linguística Geral, na Universidade de Genebra, despertou – ao mesmo tempo – a inquietação dos alunos do curso em descrever os postulados de Saussure após a sua morte, em 1913. Assim, os discípulos de Saussure lançaram, em 1916, o Curso de Linguística Geral como livro, o que fundou a Linguística como ciência. A partir daí, diversos tipos de teorias foram criadas dentro dessa ciência, concordando ou não com os postulados saussurianos, como o Gerativismo de Chomsky e a Sociolinguística de Labov, as quais serão discutidas no decorrer desse trabalho.

DE UM PONTO DE VISTA: COMO SE APRENDE OU NÃO GRAMÁTICA NA ESCOLA, é um artigo em que Ricardo Santos David (UNEATLANTICO) avalia os desafios que a escola tem passado, ao ensinar a língua portuguesa aos alunos, de modo que eles saibam como usar as palavras de maneira adequada, e sejam capazes não apenas de interpretar textos, mas escrever com perfeição. Torna-se relevante pesquisar sobre até que ponto a gramática se torna um fator essencial de ser aprendido na escola. Existem muitos estudos que difere m em opiniões em relação ao assunto. Mas esse artigo tem como objetivo demonstrar que a própria escola passa por desafios na compreensão do que é prioritário ensinar e como transmitir aos alunos características da língua portuguesa que venham de encontro a uma escrita perfeita.

ESTRANGEIRISMOS NA CONSTRUÇÃO DE NEOLOGISMOS GÍRIOS – UM ESTUDO NAS REDES SOCIAIS, de Flavio Biasutti Valadares (IFSP ) e Mateus Rodrigues de Moura (IFSP ) aborda o uso de estrangeirismos nas redes sociais relativos aos neologismos gírios. Objetiva analisar gírias criadas nas redes sociais e nelas inicialmente utilizadas e estabelecer como o ciberespaço contribui para a formação de novos termos. Adota como base a Teoria da Variação e Mudança Linguística (LABOV, 1994, 2008; WEINREICH, LABOV e HERZOG, 2006), os estudos sobre gírias (PRETI, 2006) e sobre Hipertexto (MARCUSCHI, 2005). Como procedimentos metodológicos, avalia neologismos gírios por meio da descrição do perfil do usuário de tais vocábulos. Conclui-se que a internet é um espaço propício à criação de palavras, bem como de sua disseminação para uso.

No artigo HACIA UNA SOCIO-ETIMOLOGÍA: VARIACIÓN DE REGISTRO E HISTORIA DE LAS PALABRAS, Luis Ángel Sánchez (UNC, UNVM) apresenta os resultados de um projeto de formação de pesquisadores. Ele afirma: el presente artículo resume los resultados de un proyecto de formación de investigadores jóvenes, donde se propone pensar el modo en que la etimología puede renovar sus metodologías de análisis mediante la incorporación del “registro” como categoría de análisis. Luego de un breve recorrido a través de los estudios etimológicos en el siglo XX y XXI y basándonos en la Socio-semiótica del lenguaje de la Lingüística Sistémico-Funcional, se ilustra la aplicación de dicha categoría de análisis en la descripción de la historia de la palabra “ecocidio”.

 Em MANUAL: COMO A ESCOLHA DE UM TERMO PODE JUSTIFICAR SEU USO, Caroline Maria Braciak Reisdorfer (PPGL-UNIOESTE) afirma que, quando o filósofo francês Michel Pêcheux se depara com o discurso, ele o pensa a partir das condições de produção. Há mais que um contexto, mas um ambiente ideológico que, fazendo parte de uma história em constante construção emerge seus elementos e põe em cena, sujeitos representativos de efeitos de sentidos. É assim que se torna possível olhar para sentenças lingüísticas como uma superfície que não transparece, mas que justamente por ser opaca suscita o discurso a que pertence. Portanto, olhar para o título da publicação de um livro de psiquiatria é olhar também o que se revela com essa escolha. O Manual Estatístico e Diagnóstico de Transtornos Mentais, poderia ter qualquer outro nome, mas só poderia ser intitulado desta maneira porque é exatamente isso que ele pretende representar. Uma coletânea simplista e objetiva, tal qual qualquer manual de instrução. Instruções de comportamento que põe em suas linhas como “transtornos mentais” ações típicas do cotidiano e da relação entre pessoas. Contudo parece que o comportamento perdeu o status de normalidade e que hoje os sentimentos e ações precisam ser nominados por médicos e tratados como doenças. A crença na medicina como verdade tem a ver com os lugares que os sujeitos ocupam nas condições em que os discursos são produzidos. Então, num momento em construção de famílias com modelos diversos, escolas que ainda primam pela homogeneidade, o discurso médico está numa posição que representa solução e verdade, e que apazigua ao dar nomes/diagnóstico e tratamentos. Um título é, portanto, apenas a representação de sentidos que se concretizam com ele. 

O LÉXICO ESPECÍFICO DA ATIVIDADE GARIMPEIRA DO ALTO JEQUITINHONHA/MG, Lília Soares Miranda (UFMG), assume como pressuposto que o léxico de qualquer língua revela aspectos sócio-histórico-culturais da realidade dos falantes dessa língua, buscamos descrever e analisar o léxico de falantes remanescentes de uma comunidade garimpeira que vivem no Alto Jequitinhonha - MG, orientando-se pela seguinte hipótese: a fala dessa população (mais exatamente, do município de Datas e seu distrito Cachimbos) revela certa peculiaridade no que diz respeito ao léxico, e essa peculiaridade justifica-se pelo fato de a referida população incluir um grupo de remanescentes de uma extinta comunidade garimpeira. Assim, analisa itens lexicais que fazem parte da realidade de um grupo de pessoas que trabalharam durante muitos anos na atividade garimpeira, e a hipótese que norteia esse trabalho aponta o fator profissional como altamente favorável à influência da peculiaridade do léxico nas comunidades em estudo. 

No artigo O SUJEITO DO DISCURSO, Maria Roseli Castilho Garbossa (UNIOESTE) se propõe a compreender o conceito de sujeito na perspectiva teórica da Análise de Discurso de orientação francesa: teoria inaugurada por Michel Pêcheux, na década de 60, na França, e constituída no entremeio do Materialismo Histórico, da Linguística e da Psicanálise. Pretende, ainda, perceber de que maneira o sujeito age interpelado ideologicamente pela formação discursiva predominante em dada época social. Para tal empreendimento, analisa algumas sequências discursivas retiradas de cinco edições da revista Capricho, direcionada, principalmente, ao público adolescente.

PRÁTICAS DE LETRAMENTO E GÊNEROS TEXTUAIS: CONTRIBUIÇÕES PARA O PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM, de Francildo Paiva Santos (PPGL/UFPI), objetiva comparar práticas de letramento da sala de aula com práticas encontradas fora desse contexto, a partir do contato dos alunos com a diversidade dos gêneros textuais nas atividades dos quais participam em uma escola pública da cidade de Teresina-PI. O aporte teórico da pesquisa contempla autores como Marcuschi (2003), Souza, Corti e Mendonça (2012), Bortoni-Ricardo (2005), dentre outros. O contato com os alunos foi possível porque já tinha experiência de trabalhos realizados na escola devido a demandas do nosso curso. A pesquisa utilizou subsídios da etnografia e da observação participante, o que permitiu observar os alunos tanto n a sala como nos corredores da escola. Observou também que os alunos conseguiam satisfatoriamente produzir textos tanto escritos como orais em situações corriqueiras, mas que faziam sentido para eles. A linguagem é sentido e função, e quando não se encontra isso, não há interação e nem motivação para participar de eventos em que o texto é simples mente para avaliar o aluno quanto ao domínio dos aspectos gramaticais. A diversidade de gêneros e práticas de letramento existentes em nossa sociedade não pode ser ignorada na escola que, muitas vezes, contempla o texto totalmente afastado da vida do aluno, ou que nada quer dizer ao aprendiz. Os gêneros devem ser entendidos como textos interativos e que cumprem funções específicas e não apenas como textos meramente técnicos, em que a aprendizagem se desvincula do contexto. 

Em REFLEXÃO SOBRE POLÍTICA(S) DE LÍNGUA: UM ESTUDO A PARTIR DAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS DE RESTINGA SÊCA, Ana Paula Elsner (UFSM) e Larissa Montagner Cervo (DLV/UFSM)) buscaram refletir a respeito da(s) política(s) de língua que incidem no modo como a língua e a memória dos sujeitos significam e são postas em funcionamento na constituição das comunidades quilombolas Rincão dos Martimianos e São Miguel dos Pretos, situadas no município de Restinga Sêca/RS. Para tanto, tomaram como ponto de partida o modo como a Escola Municipal de Ensino Fundamental Manuel Albino Carvalho, localizada na comunidade São Miguel dos Pretos, orienta seu trabalho em relação à língua e a memória dos sujeitos. Observaram duas instâncias de significação política dessa relação: uma a partir do modo como a cultura afro-brasileira é apresentada no livro didático de uma das turmas da escola, e outra a partir da comemoração anual relativa ao Dia da Consciência Negra. A perspectiva teórico-metodológica empreendida segue os pressupostos da Análise de Discurso (AD).

YANKEES, MANNEQUINS AND SANTA CLAUS: THE DUTCH INFLUENCE ON THE ENGLISH LANGUAGE AND CULTURE Antonius Poppelaars (UFPB) e Michael Harold Smith (UFPB) afirmam que o mundo hodierno é globalizado. Esta globalização levou à disseminação do idioma inglês como língua franca. Isso resultou no empréstimo do vocabulário em Inglês para a maioria dos idiomas. No entanto, não é muito conhecido que a língua neerlandesa emprestou vocabulário para o Inglês. Sendo assim, o foco deste estudo é responder às perguntas como vocábulos emprestados do neerlandês entraram no Inglês e como a cultura inglesa e norte-americana foi influenciada pelos neerlandeses. Esta é uma pesquisa de abordagem qualitativo-descritiva. Os estudos desenvolvidos por De Vries (1916), Llewellyn (1938) e Van der Sijs (2009) foram usados como referencias básicas para a consecução deste, devido ao seu grau de relevância e referência para a pesquisa. Percebe-se que a língua neerlandesa tem influenciado a língua inglesa (britânico e/ou americano) e a cultura dos povos da língua inglesa cultura, devido à supremacia política, econômica e militar dos neerlandeses durante a Idade Média até o século XVII. Conclui-se que um artigo como este pode contribuir para a percepção de que cada língua tem a sua importância no mundo globalizado de hoje. 

Com esses breves resumos dos estudos apresentados ao leitor neste volume, é necessário salientar que cada pesquisa tem seu papel, sua importância e suas áreas de abrangência, o que enriquece e muito nossos estudos nas áreas de Letras e Linguística no Brasil.

Aos leitores boa leitura e boa pesquisa!

Campo Grande – MS, setembro de 2016.

Ana Maria de Fátima Leme Tarini

Doutoranda PPGL - UNIOESTE

 

 

 

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Volume 7 – Edição 19 – Julho/2016

 

A PROSÓDIA MARANHENSE DE ENUNCIADOS INTERROGATIVOS DO TIPO QUESTÃO TOTAL

1 - 24

ALGUMAS ABORDAGENS TEÓRICAS PARA A LEITURA DO DISCURSO POLÊMICO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS EM JUNHO DE 2013, PORTO ALEGRE-RS, BRASIL

25 - 38

AS ORAÇÕES RELATIVAS COMO VARIÁVEIS CONSTITUTIVAS DA IDENTIDADE NACIONAL EM GRAMÁTICAS MODERNAS DA LÍNGUA PORTUGUESA

39 - 55

ATIVIDADES E ESTRATÉGIAS DE LEITURA APLICADAS POR PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA NO ENSINO MÉDIO: UM RECORTE IPSIS LITTERIS

56 - 75

BOLITA, BOLA DE GUDE OU BIROLA? UM ESTUDO SOBRE A ÁREA DIALETAL DO CAMPO SEMÂNTICO “BRINCADEIRAS INFANTIS” NO ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL

76 - 99

BREVE PANORAMA SOBRE A FUNDAÇÃO E OS AVANÇOS DA CIÊNCIA DA LINGUAGEM

100 - 110

DE UM PONTO DE VISTA: COMO SE APRENDE OU NÃO GRAMÁTICA NA ESCOLA

111 - 125

ESTRANGEIRISMOS NA CONSTRUÇÃO DE NEOLOGISMOS GÍRIOS: UM ESTUDO NAS REDES SOCIAIS

126 - 141

HACIA UNA SOCIO-ETIMOLOGÍA: VARIACIÓN DE REGISTRO E HISTORIA DE LAS PALABRAS

142 - 165

MANUAL: COMO A ESCOLHA DE UM TERMO PODE JUSTIFICAR SEU USO

166 - 175

O LÉXICO ESPECÍFICO DA ATIVIDADE GARIMPEIRA DO ALTO JEQUITINHONHA/MG

176 - 191

O SUJEITO DO DISCURSO

192 - 209

PRÁTICAS DE LETRAMENTO E GÊNEROS TEXTUAIS: CONTRIBUIÇÕES PARA O PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

210 - 223

REFLEXÃO SOBRE POLÍTICA(S) DE LÍNGUA: UM ESTUDO A PARTIR DAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS DE RESTINGA SÊCA

224 - 243

YANKEES, MANNEQUINS AND SANTA CLAUS: THE DUTCH INFLUENCE ON THE ENGLISH LANGUAGE AND CULTURE

 244 - 274

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